segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Ele não estava a serviço da PMERJ

Como sempre, a transferência de responsabilidades pesa menos do que ter q assumí-las, e isso não é diferente em qualquer esfera da Sociedade;
Em concordãncia com o velho ditado que diz que a corda sempre arrebenta do lado mais fraco, dessa vez arrebentou do lado do Policial Militar (mais uma vez), mais especificamente um praça, morto em combate em outra tentativa desastrosa do Governo de se promover.
Tenho certeza que se ele estivesse vivo, mas se tivesse cometido ou sendo acusado de cometer algum ato criminoso, algum oficial da PMERJ já teria se posicionado em frente as lentes dos reporteres e falado o velho bla-bla-bla de sempre:
"- Vamos identificar o culpado e puní-lo exemplarmente."
Aí sim, pra satisfazer um ego sádico da Sociedade em ver um pai de família sendo achincalhado no jornal das oito, ele estaria sob o julgo da PMERJ.

Pergunto eu:

Quem buscou aquela criança naquela tarde?
Quem trouxe a ela a notícia trágica de que seu pai não a buscaria mais?

Nem quero citar aqui, a vergonhosa postura do comando da "briosa" em não pagar seu enterro, pois posso até ser preso por isso.

Disse um certo cidadão que me foi apontado como louco em um episódio na porta do QG:

- Nesse país se você gritar "estou com fome" você é preso.

É... Acho que louco está ficando eu.

Meus sentimentos à família do nobre guerreiro.

URRA!